As Magias de Espada
-O que foi? O que aconteceu?-indagou Dantes, vendo os rostos tristes de Wiegraf, e do homem.
-Bom, o que eu tenho pra falar pra você não é muito bom, Rei Dantes.-disse o homem.
-Como, assim, Rei, Admastor?-perguntou Dantes.
-Bom, seu pai estava lutando bravamente, mas um soldado do Exército Negro, apareceu por trás dele, e usou a Bastek(Morte Súbita).
-Entendo.-disse Dantes, um pouco com os olhos vermelhos.
-A espada que esse seu amigo segurava, era a espada de seu pai, a Katana da Boa Luz . Ela será passada a você Dantes.- e ele pegou a espada e a passou para Dantes.
-Obrigado.
-E você- disse ele, se dirigindo a Wiegraf- venha comigo.
E saiu andando. Wiegraf se despediu de Dantes, que estava chorando pela morte do pai, e saiu atrás do homem. Eles passavam por corredores iluminados apenas por algumas velas, que tinham uma distância de três metros uma da outra. Havia escadas sombrias pelas quais eles desciam. Era noite, pois Wiegraf percebeu que havia janelas, mas elas estavam escuras.
-Você é amigo de Dantes-começou o homem- eu sou Admastor. Dantes não te traria aqui apenas porque é amigo dele. Por que ele te trouxe aqui?
-Ele me trouxe porque eu vi um cavaleiro vestido de preto, matando quatro cavaleiros vestidos de branco.
-Como assim?
E Wiegraf contou a ele tudo o que aconteceu. Depois de ouvir atentamente, Admastor conclui que o poderoso Senhor da Espada Infernal estava atacando os agentes de Daster no planeta Terra.
-Ele foi sozinho para lá, exterminar os nossos agentes.
-E por que?
-Porque ele quer dominar o planeta Terra também. Ele quer ser dono de dois mundos, e poder derrotar o irmão dele, o Senhor da Espada Branca, que é o dono de Júpiter.
-Mas porque ele faria isso?
-Isso é uma briga muito antiga, mas isso não importa. Estamos em guerra, e como você está aqui, eu devo lhe ensinar a lutar, caso precise.- E sem dizer mais nada, Adamastor foi conduzindo Wiegraf para uma imensa porta de madeira.
-Espere aqui.- ordenou a Wiegraf, e entrou na sala. Depois, ele saiu com uma adaga com a bainha azul, com o punho vermelho.- Esta sera a sua espada. Por nao ser muito poderosa, ela não tem nome. Venha comigo e eu te ensinarei a controlar as magias de espada.
Eles desceram uma escada em espiral, e chegaram a um local onde havia muitos bonecos de madeira em pé.
-Agora vou te ensinar a transformar a espada. Segure-a e diga Transmutes.
Wiegraf o fez. A pequena adaga transformou-se numa espada de porte médio.
-Retire-a da bainha.
Wiegraf segurou a bainha roxa, e viu sua espada de lâmina branca, com um pequeno tom amarelado.
-Sabe manipular?
-Claro que sei!-disse Wiegraf entusiasmado.
-Então destrua aquele boneco com um só golpe.
-Não exagera. Eu não sou como você, que vive destruindo os outros. Eu sou do bem.
-Humpf. Eu não sou "do mal". Esses terrestres...- e transformou a própria espada. Transformada, a espada dele era gigante, com uma lâmina reta, branca, com uns 20 cm de largura, uns 130 cm de altura e uns 2,5 de espessura.
-Gostou da minha espada?
-Muito legal!-disse Wiegraf, admirado.
-Então veja isto.- E golpeou o boneco mais próximo.
Depois de dois segundos, o boneco caiu no chão.
-Analise aquele boneco, Wiegraf.-ordenou Adamastor.
O garoto olhou curioso o bonco caído. Ele tinha um corte no rosto, um no tronco, um em cada braço, e um em cada perna.
-Puxa, como você fez isso Adamastor?
-Usei uma magia da minha espada. Ela é especializada em magias de combate.
-E a minha é especializada em quê?
-Em nada. Ela é uma espada balanceada.
-Hmm... Mas como você conseguiu fazer isso sem gritar as palavras mágicas?
-Bom, eu...-e Adamastor foi interrompido por um grande estrondo.- Não temos tempo para conversar agora, venha!- E saiu correndo escada acima, com Wiegraf o seguindo. Aquele seria o dia mais impressionante da vida de Wiegraf.
Continua...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Wiegraf em Daster
Sociedades Secretas: O Início
Wiegraf em Daster
Wiegraf chegou em casa e deitou em sua cama, apenas para poder descansar, e não porque fosse dormir.
Ficou pensando na morte dos cavaleiros brancos, com um único golpe do cavaleiro negro.
Aquele que visse aquilo ficaria estarrecido e não poderia sair do lugar durante horas. Mas Wiegraf, misteriosamente, fora movido por uma força estranha, e saiu de lá.
A força o fez se mover logo depois que o cavaleiro sumiu, e andar tranqüilamente pela rua, como se nada tivesse acontecido. Andava lentamente, assim como alguém anda quando não tem nada para fazer, ou quando vai para a casa do amigo para jogar uns joguinhos de computador. Ele não podia controlar seu corpo: o corpo movia-se sozinho! Wiegraf fazia esforço para parar. O corpo não obedecia. Lembrou-se dos filmes de terror que assistia às vezes, em que a personagem principal perdia o controle do corpo e saía matando um gato, depois um homem, e depois uma família inteira, sem saber o que fazia.
Ficou horrorizado com aquela lembrança. Então, pensou em enganar o próprio corpo. Fez uma força tremenda para levar a mão à testa(o que sempre fazia quando estava cansado), e , com uma grande surpresa, seu corpo parou na mesma hora.
Talvez porque aquela era uma reação imediata do corpo dele. Pensou em voltar correndo para casa, mas aquilo era desnecessário, pois estava muito cansado, e ele poderia chegar em casa fazendo muito barulho com o andar fatigado e a respiração forte. E se ele acordasse um de seus pais, estaria tudo acabado.
Então ele foi indo normalmente, até que encontrou um gato na calçada em que andava. O gato era um gato comum, mas com o tempo, Wiegraf Tales não pensou mais isso. O gato tinha mais ou menos um metro de comprimento. Tinha olhos vermelhos como sangue. As pupilas do gato eram verdes. Wiegraf ficou entretido com aquilo. Mas não parou para olhar. Sabia que seria muito arriscado. Mas não adiantou nada pois o gato começou a segui-lo. O gato andava rápido, e Wiegraf teve que andar mais rápido para fugir do animal. Estava quase correndo quando percebeu que o seu perseguidor sumira. Ficou tremendamente aliviado. Parou por alguns minutos, a fim de recuperar o fôlego. Depois continuou no mesmo passo que andava antes de encontrar o gato. Quando chegou em casa, teve o cuidado de tirar os sapatos que tinha calçado às pressas, e levá-los com as mãos. Segurou os sapatos com uma mão, e com a outra ele trancava a porta, sem o menor ruído.
Subiu a escada que conduzia a seu quarto nas pontas dos pés, e passou o quarto dos seus pais lentamente, com a porta à sua esquerda, e andou lentamente até seu quarto, que era a última porta à direita de quem subia a escada.
Então ele sentou na cama, e depois deitou, mas não adormeceu. Pensou em tudo que acontecera a ele até aquele momento, e pensou que ele era uma pessoa muito azarada. Sabia que não podia contar a ninguém sobre o acontecimento, e, mesmo que contasse, quem acreditaria?
No dia seguinte, Wiegraf estava na escola, estudando como se nada tivesse acontecido. Seu melhor amigo, Dantes, estava percebendo que Wiegraf estava um pouco nervoso aquele dia.
-O que aconteceu Wiegraf?-perguntou ele.
-Hã?Ah, me desculpe, estava fazendo a atividade. O que você quer?-repondeu Wiegraf, largando a caneta.
-O que há com você hoje?
-Nada, nada!-disse ele, agitando as mãos- Estou em perfeiro estado...
-Ha, ha, ha! Até parece que eu não conheço você. Alguém vai bater em você?
-Não. Se eu te contar você você promete que não vai rir?
-Prometo.-respondeu o outro, com um ar bem sério.
- No intervalo eu te conto.
No intervalo, eles saíram do alcançe dos outros colegas, e Wiegraf contou a Dantes toda a história. Para a surpresa de Wiegraf, Dantes ficou muito sério.
-Wiegraf-disse ele- o que vou te contar agora é um segredo que não poderá ser contado para outra pessoa em hipótese alguma: eu sou Dantes II, filho de Dantes, o Grande, rei de Daster.
-Hmmmmmm....... Você está me zoando. Mas tudo bem, eu entendo.
-Não, de jeito nenhum! Eu posso te levar para Daster.
-Então me leve se for verdade.
E então, o que Wiegraf menos esperava que acontecesse, aconteceu. Dantes ficou sério por um instante, e depois ele nem mais parecia o melhor amigo dele. Então ele viu no chão, um círculo, com alguns símbolos estranhos em volta, e dentro havia um hexágono ao contrário. Se você não souber o que é isso, é só imaginar um triângulo. Agora imagine outro triângulo, só que de cabeça para baixo. Agora imagine os dois juntos. Pronto. Esse era o símbolo.
Dantes estava em cima do círculo, e suas mãos estavam unidas, como se estivesse rezando. Aparentemente, apenas Wiegraf via o que estava acontecendo.
Então, o círculo começou a aumentar para fora, e logo Wiegraf estava dentro dele.
-Este é um círculo de isolamento-disse Dantes- Ele fará com que todo o tempo terrestre pare e apenas o que estiver dentro deste círculo vai continuar andando.
-Como assim?-perguntou Wiegraf.
-Bom, pense que o tempo vai parar. Agora pense que você pode controlar o que você quer que continue normal, que não pare no tempo. É isso que acontece quando eu uso este círculo.
-Entendo. Mas e o movimento do planeta? Ninguém vai perceber o que aconteceu?
-Seu bobo, minha técnica para o tempo, e para os movimentos do planeta em que me encontro também. Isso congela a Terra no tempo. Ela não vai girar em torno de si mesma nem em torno do Sol.
-Ah, bom. Então pode começar.
-Detento!(Parada)
Então, todos os presentes congelaram no tempo. O círculo sumiu lentamente. Eram somente os dois em todo o planeta.
-Bom, isto é tudo-disse Dantes-,agora podemos ir para Daster.
-Sem querer complicar as coisas, mas onde é Daster?- indagou Wiegraf.
-Daster é um local que fica no planeta Saturno. Lá é tudo gasoso, mas há um local onde existe um portal, que leva a Daster.
-E como se chega a este portal?
-Através de magia das espadas, é claro.
-Como assim?
-Veja- e logo em seguida retirou uma pequena adaga do bolso- Tansmutes(Transforme)!
A adaga começou a crescer, e logo era uma espada. Uma linda espada, com rubis no punho, e uma lâmina dourada, meio curva.
-Esta-começou Dantes- é a Katana da Cura. Ela tem o poder de curar qualquer ferida, se a pessoa estiver viva.
-Que legal.
-Vamos para Daster agora. Minha katana também tem outros poderes. Tresto(transporte)!-e tudo ficou escuro.
Logo, tudo começou a ficar sufocante, e Wiegraf percebeu que não havia mais ar. Prendeu a respiração, e abriu os olhos. Era tudo muito confuso, mas ele podia nadar no ar. Viu confusamente, que Dantes o puxava para algo brilhante, parecia uma porta, sim, uma porta. Dantes retirou a katana da bainha, e a apontou para a porta, e a porta brilhou ainda mais. Então, Wiegraf pensou estar passando pela porta, e depois, parece que ele adormeceu.
Quando acordou, viu que estava numa cama, e Dantes estava ao lado dele. No quarto em que se encontrava, havia umas espadas penduradas na parede, e uma mais bonita ainda, com as palavras escritas na bainha: Bens Katans Lux. A bainha era negra, e as letras eram douradas. O punho era cravejado de diamantes, que brilhavam à luz da vela acesa naquele pequenino cômodo. Não resistiu e retirou a espada da bainha. A lâmina era verde clara. Era tudo tão bonito que ele não conseguia parar de olhar a espada. Mas logo teve que parar com a brincadeira, pois um homem alto, de olhos verdes, com um anel azul adentrou no quarto e olhou severamente para Wiegraf, e depois disse:
-Uma dessas espadas era do Rei Dantes I. Não mexeria muito se fosse você.
-Por que, era?
-Porque ele se foi...- e abaixou a cabeça. Depois de uns dois minutos de silêncio, Wiegraf falou:
-Dantes já sabe?
-Ainda não.- e baixou a cabeça novamente. Neste momento, Dantes acordou.
Wiegraf em Daster
Wiegraf chegou em casa e deitou em sua cama, apenas para poder descansar, e não porque fosse dormir.
Ficou pensando na morte dos cavaleiros brancos, com um único golpe do cavaleiro negro.
Aquele que visse aquilo ficaria estarrecido e não poderia sair do lugar durante horas. Mas Wiegraf, misteriosamente, fora movido por uma força estranha, e saiu de lá.
A força o fez se mover logo depois que o cavaleiro sumiu, e andar tranqüilamente pela rua, como se nada tivesse acontecido. Andava lentamente, assim como alguém anda quando não tem nada para fazer, ou quando vai para a casa do amigo para jogar uns joguinhos de computador. Ele não podia controlar seu corpo: o corpo movia-se sozinho! Wiegraf fazia esforço para parar. O corpo não obedecia. Lembrou-se dos filmes de terror que assistia às vezes, em que a personagem principal perdia o controle do corpo e saía matando um gato, depois um homem, e depois uma família inteira, sem saber o que fazia.
Ficou horrorizado com aquela lembrança. Então, pensou em enganar o próprio corpo. Fez uma força tremenda para levar a mão à testa(o que sempre fazia quando estava cansado), e , com uma grande surpresa, seu corpo parou na mesma hora.
Talvez porque aquela era uma reação imediata do corpo dele. Pensou em voltar correndo para casa, mas aquilo era desnecessário, pois estava muito cansado, e ele poderia chegar em casa fazendo muito barulho com o andar fatigado e a respiração forte. E se ele acordasse um de seus pais, estaria tudo acabado.
Então ele foi indo normalmente, até que encontrou um gato na calçada em que andava. O gato era um gato comum, mas com o tempo, Wiegraf Tales não pensou mais isso. O gato tinha mais ou menos um metro de comprimento. Tinha olhos vermelhos como sangue. As pupilas do gato eram verdes. Wiegraf ficou entretido com aquilo. Mas não parou para olhar. Sabia que seria muito arriscado. Mas não adiantou nada pois o gato começou a segui-lo. O gato andava rápido, e Wiegraf teve que andar mais rápido para fugir do animal. Estava quase correndo quando percebeu que o seu perseguidor sumira. Ficou tremendamente aliviado. Parou por alguns minutos, a fim de recuperar o fôlego. Depois continuou no mesmo passo que andava antes de encontrar o gato. Quando chegou em casa, teve o cuidado de tirar os sapatos que tinha calçado às pressas, e levá-los com as mãos. Segurou os sapatos com uma mão, e com a outra ele trancava a porta, sem o menor ruído.
Subiu a escada que conduzia a seu quarto nas pontas dos pés, e passou o quarto dos seus pais lentamente, com a porta à sua esquerda, e andou lentamente até seu quarto, que era a última porta à direita de quem subia a escada.
Então ele sentou na cama, e depois deitou, mas não adormeceu. Pensou em tudo que acontecera a ele até aquele momento, e pensou que ele era uma pessoa muito azarada. Sabia que não podia contar a ninguém sobre o acontecimento, e, mesmo que contasse, quem acreditaria?
No dia seguinte, Wiegraf estava na escola, estudando como se nada tivesse acontecido. Seu melhor amigo, Dantes, estava percebendo que Wiegraf estava um pouco nervoso aquele dia.
-O que aconteceu Wiegraf?-perguntou ele.
-Hã?Ah, me desculpe, estava fazendo a atividade. O que você quer?-repondeu Wiegraf, largando a caneta.
-O que há com você hoje?
-Nada, nada!-disse ele, agitando as mãos- Estou em perfeiro estado...
-Ha, ha, ha! Até parece que eu não conheço você. Alguém vai bater em você?
-Não. Se eu te contar você você promete que não vai rir?
-Prometo.-respondeu o outro, com um ar bem sério.
- No intervalo eu te conto.
No intervalo, eles saíram do alcançe dos outros colegas, e Wiegraf contou a Dantes toda a história. Para a surpresa de Wiegraf, Dantes ficou muito sério.
-Wiegraf-disse ele- o que vou te contar agora é um segredo que não poderá ser contado para outra pessoa em hipótese alguma: eu sou Dantes II, filho de Dantes, o Grande, rei de Daster.
-Hmmmmmm....... Você está me zoando. Mas tudo bem, eu entendo.
-Não, de jeito nenhum! Eu posso te levar para Daster.
-Então me leve se for verdade.
E então, o que Wiegraf menos esperava que acontecesse, aconteceu. Dantes ficou sério por um instante, e depois ele nem mais parecia o melhor amigo dele. Então ele viu no chão, um círculo, com alguns símbolos estranhos em volta, e dentro havia um hexágono ao contrário. Se você não souber o que é isso, é só imaginar um triângulo. Agora imagine outro triângulo, só que de cabeça para baixo. Agora imagine os dois juntos. Pronto. Esse era o símbolo.
Dantes estava em cima do círculo, e suas mãos estavam unidas, como se estivesse rezando. Aparentemente, apenas Wiegraf via o que estava acontecendo.
Então, o círculo começou a aumentar para fora, e logo Wiegraf estava dentro dele.
-Este é um círculo de isolamento-disse Dantes- Ele fará com que todo o tempo terrestre pare e apenas o que estiver dentro deste círculo vai continuar andando.
-Como assim?-perguntou Wiegraf.
-Bom, pense que o tempo vai parar. Agora pense que você pode controlar o que você quer que continue normal, que não pare no tempo. É isso que acontece quando eu uso este círculo.
-Entendo. Mas e o movimento do planeta? Ninguém vai perceber o que aconteceu?
-Seu bobo, minha técnica para o tempo, e para os movimentos do planeta em que me encontro também. Isso congela a Terra no tempo. Ela não vai girar em torno de si mesma nem em torno do Sol.
-Ah, bom. Então pode começar.
-Detento!(Parada)
Então, todos os presentes congelaram no tempo. O círculo sumiu lentamente. Eram somente os dois em todo o planeta.
-Bom, isto é tudo-disse Dantes-,agora podemos ir para Daster.
-Sem querer complicar as coisas, mas onde é Daster?- indagou Wiegraf.
-Daster é um local que fica no planeta Saturno. Lá é tudo gasoso, mas há um local onde existe um portal, que leva a Daster.
-E como se chega a este portal?
-Através de magia das espadas, é claro.
-Como assim?
-Veja- e logo em seguida retirou uma pequena adaga do bolso- Tansmutes(Transforme)!
A adaga começou a crescer, e logo era uma espada. Uma linda espada, com rubis no punho, e uma lâmina dourada, meio curva.
-Esta-começou Dantes- é a Katana da Cura. Ela tem o poder de curar qualquer ferida, se a pessoa estiver viva.
-Que legal.
-Vamos para Daster agora. Minha katana também tem outros poderes. Tresto(transporte)!-e tudo ficou escuro.
Logo, tudo começou a ficar sufocante, e Wiegraf percebeu que não havia mais ar. Prendeu a respiração, e abriu os olhos. Era tudo muito confuso, mas ele podia nadar no ar. Viu confusamente, que Dantes o puxava para algo brilhante, parecia uma porta, sim, uma porta. Dantes retirou a katana da bainha, e a apontou para a porta, e a porta brilhou ainda mais. Então, Wiegraf pensou estar passando pela porta, e depois, parece que ele adormeceu.
Quando acordou, viu que estava numa cama, e Dantes estava ao lado dele. No quarto em que se encontrava, havia umas espadas penduradas na parede, e uma mais bonita ainda, com as palavras escritas na bainha: Bens Katans Lux. A bainha era negra, e as letras eram douradas. O punho era cravejado de diamantes, que brilhavam à luz da vela acesa naquele pequenino cômodo. Não resistiu e retirou a espada da bainha. A lâmina era verde clara. Era tudo tão bonito que ele não conseguia parar de olhar a espada. Mas logo teve que parar com a brincadeira, pois um homem alto, de olhos verdes, com um anel azul adentrou no quarto e olhou severamente para Wiegraf, e depois disse:
-Uma dessas espadas era do Rei Dantes I. Não mexeria muito se fosse você.
-Por que, era?
-Porque ele se foi...- e abaixou a cabeça. Depois de uns dois minutos de silêncio, Wiegraf falou:
-Dantes já sabe?
-Ainda não.- e baixou a cabeça novamente. Neste momento, Dantes acordou.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
A Guerra de Espadas
Muito bem...
Esta história ainda será um livro, caros leitores...
A Guerra de Espadas: O início
Capítulo 1: O Cavaleiro Negro
Era uma noite de verão.
Wiegraf estava inquieto na cama.
Sabia que deveria dormir mas não conseguia. Estava nervoso. Sua prova final era no dia seguinte. Acabara de lembrar-se disso. Por isso não conseguiu dormir. Tentava relembrar toda a matéria. Era tanta, que sua cabeça quase explodia quando estudava. Virou-se na cama. Não aguentava mais aqueles professores energumenos. Não explicavam a matéria e depois a cobravam como um cobrador de ônibus cobra pela passagem.
Neste exato momento ele ouviu um ruído na rua.
Levantou-se e olhou para a janela, pois seu quarto dava para a rua.
Havia um vulto negro na rua. O vulto olhava atentamente para a esquina.
Não era negro por causa da escuridão, pois ele era ainda mais escuro do que a noite. Era desta cor por causa de suas roupas. Não pareciam bem roupas. Quando ele andava, havia um fraco tinir que se fazia.
Não tardou muito, apareceram mais vultos, mas agora usavam roupas claras, certamente brancas.
Pareceu que o vulto negro se alarmou ao ver os outros. Colocou a mão debaixo do sobretudo que vestia, como se quisesse retirar alguma coisa de lá.
Um dos quatro vultos brancos falou algo que todos os outros concordaram, e saíram andando calmamente.
Wiegraf não podia perder aquilo: ele presentira que era um luta.
Saiu discretamente pela porta do quarto, e abriu e fechou a porta com um ruído mínimo.
Teve a cautela de seguir junto aos muros e árvores.
Todos eles estavam com um ar muito sério. Agora, chegavam a um campo aberto. Retiraram os sobretudos.
Debaixo dos casacos, havia armaduras, espadas, escudos, e elmos.
Wiegraf se assustou com aquele show medieval, principalmente quando ele vivia na era digital.
No escudo dos cavaleiros brancos, havia um lindo leão vermelho, e no do cavaleiro negro, um tigre amarelo. Sacaram as espadas. As espadas dos cavaleiros brancos eram vermelhas com um punho dourado, e a do cavaleiro negro era azul, com um punho prateado, cravejado de rubis.
Antes que os de branco pudessem pensar em atacar, o de preto brandiu a espada para cima de disse:
- Bastek!( Morte súbita)
Então, uma espada caiu do céu, diretamente na cabeça de um dos cavaleiros. Aconteceu o mesmo aos outros. Com algumas palavras estranhas, o cavaleiro sumiu, junto com os corpos.
Wiegraf, ainda abalado pelo espetáculo, ao mesmo tempo aterrorizante e magnífico, saiu lentamente em direção à sua casa, pensando no que acabara de ver.
Esta história ainda será um livro, caros leitores...
A Guerra de Espadas: O início
Capítulo 1: O Cavaleiro Negro
Era uma noite de verão.
Wiegraf estava inquieto na cama.
Sabia que deveria dormir mas não conseguia. Estava nervoso. Sua prova final era no dia seguinte. Acabara de lembrar-se disso. Por isso não conseguiu dormir. Tentava relembrar toda a matéria. Era tanta, que sua cabeça quase explodia quando estudava. Virou-se na cama. Não aguentava mais aqueles professores energumenos. Não explicavam a matéria e depois a cobravam como um cobrador de ônibus cobra pela passagem.
Neste exato momento ele ouviu um ruído na rua.
Levantou-se e olhou para a janela, pois seu quarto dava para a rua.
Havia um vulto negro na rua. O vulto olhava atentamente para a esquina.
Não era negro por causa da escuridão, pois ele era ainda mais escuro do que a noite. Era desta cor por causa de suas roupas. Não pareciam bem roupas. Quando ele andava, havia um fraco tinir que se fazia.
Não tardou muito, apareceram mais vultos, mas agora usavam roupas claras, certamente brancas.
Pareceu que o vulto negro se alarmou ao ver os outros. Colocou a mão debaixo do sobretudo que vestia, como se quisesse retirar alguma coisa de lá.
Um dos quatro vultos brancos falou algo que todos os outros concordaram, e saíram andando calmamente.
Wiegraf não podia perder aquilo: ele presentira que era um luta.
Saiu discretamente pela porta do quarto, e abriu e fechou a porta com um ruído mínimo.
Teve a cautela de seguir junto aos muros e árvores.
Todos eles estavam com um ar muito sério. Agora, chegavam a um campo aberto. Retiraram os sobretudos.
Debaixo dos casacos, havia armaduras, espadas, escudos, e elmos.
Wiegraf se assustou com aquele show medieval, principalmente quando ele vivia na era digital.
No escudo dos cavaleiros brancos, havia um lindo leão vermelho, e no do cavaleiro negro, um tigre amarelo. Sacaram as espadas. As espadas dos cavaleiros brancos eram vermelhas com um punho dourado, e a do cavaleiro negro era azul, com um punho prateado, cravejado de rubis.
Antes que os de branco pudessem pensar em atacar, o de preto brandiu a espada para cima de disse:
- Bastek!( Morte súbita)
Então, uma espada caiu do céu, diretamente na cabeça de um dos cavaleiros. Aconteceu o mesmo aos outros. Com algumas palavras estranhas, o cavaleiro sumiu, junto com os corpos.
Wiegraf, ainda abalado pelo espetáculo, ao mesmo tempo aterrorizante e magnífico, saiu lentamente em direção à sua casa, pensando no que acabara de ver.
Pessoal
Olhem aqui leitores.
Devido a uma falha no blog, o meu blog anterior foi inutilizado.
Por isso, se meus textos e idéias forem iguais de outro autor, este sou eu.
Obrigado.
Vinícius Barão.
Devido a uma falha no blog, o meu blog anterior foi inutilizado.
Por isso, se meus textos e idéias forem iguais de outro autor, este sou eu.
Obrigado.
Vinícius Barão.
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