Muito bem...
Esta história ainda será um livro, caros leitores...
A Guerra de Espadas: O início
Capítulo 1: O Cavaleiro Negro
Era uma noite de verão.
Wiegraf estava inquieto na cama.
Sabia que deveria dormir mas não conseguia. Estava nervoso. Sua prova final era no dia seguinte. Acabara de lembrar-se disso. Por isso não conseguiu dormir. Tentava relembrar toda a matéria. Era tanta, que sua cabeça quase explodia quando estudava. Virou-se na cama. Não aguentava mais aqueles professores energumenos. Não explicavam a matéria e depois a cobravam como um cobrador de ônibus cobra pela passagem.
Neste exato momento ele ouviu um ruído na rua.
Levantou-se e olhou para a janela, pois seu quarto dava para a rua.
Havia um vulto negro na rua. O vulto olhava atentamente para a esquina.
Não era negro por causa da escuridão, pois ele era ainda mais escuro do que a noite. Era desta cor por causa de suas roupas. Não pareciam bem roupas. Quando ele andava, havia um fraco tinir que se fazia.
Não tardou muito, apareceram mais vultos, mas agora usavam roupas claras, certamente brancas.
Pareceu que o vulto negro se alarmou ao ver os outros. Colocou a mão debaixo do sobretudo que vestia, como se quisesse retirar alguma coisa de lá.
Um dos quatro vultos brancos falou algo que todos os outros concordaram, e saíram andando calmamente.
Wiegraf não podia perder aquilo: ele presentira que era um luta.
Saiu discretamente pela porta do quarto, e abriu e fechou a porta com um ruído mínimo.
Teve a cautela de seguir junto aos muros e árvores.
Todos eles estavam com um ar muito sério. Agora, chegavam a um campo aberto. Retiraram os sobretudos.
Debaixo dos casacos, havia armaduras, espadas, escudos, e elmos.
Wiegraf se assustou com aquele show medieval, principalmente quando ele vivia na era digital.
No escudo dos cavaleiros brancos, havia um lindo leão vermelho, e no do cavaleiro negro, um tigre amarelo. Sacaram as espadas. As espadas dos cavaleiros brancos eram vermelhas com um punho dourado, e a do cavaleiro negro era azul, com um punho prateado, cravejado de rubis.
Antes que os de branco pudessem pensar em atacar, o de preto brandiu a espada para cima de disse:
- Bastek!( Morte súbita)
Então, uma espada caiu do céu, diretamente na cabeça de um dos cavaleiros. Aconteceu o mesmo aos outros. Com algumas palavras estranhas, o cavaleiro sumiu, junto com os corpos.
Wiegraf, ainda abalado pelo espetáculo, ao mesmo tempo aterrorizante e magnífico, saiu lentamente em direção à sua casa, pensando no que acabara de ver.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Pessoal
Olhem aqui leitores.
Devido a uma falha no blog, o meu blog anterior foi inutilizado.
Por isso, se meus textos e idéias forem iguais de outro autor, este sou eu.
Obrigado.
Vinícius Barão.
Devido a uma falha no blog, o meu blog anterior foi inutilizado.
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Vinícius Barão.
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